"uma vila cigana no sertão paraibano", por carlos juliano barros - revistas online - sesc-sp2/5/2020 "Descendentes de nômades, eles se fixaram no Nordeste e enfrentaram pobreza e preconceito".
"A origem do judaísmo em pernambuco", por joão vitor pascoal - curiosamente, diário de pernambuco24/4/2020 "Comunidade israelita participa da vida pernambucana desde a época da Colônia, com tradição cultural e religiosa preservada. Mais que uma religião, o Judaísmo está vinculado à história de um povo que se constituiu em nação há três mil anos. Atualmente, a Federação Israelense de Pernambuco (FIPE) estima que são cerca de 1,5 mil judeus vivendo no estado – a grande maioria deles mora na capital, exercendo pequeno impacto no cotidiano da cidade. Cenário bem diferente do encontrado no século 17, quando a população judaica no Recife era similar à de hoje, porém em uma província com pouco mais de 10 mil habitantes." "histórias árabes no nordeste brasileiro", por aurea santos - agência de notícias brasil-árabe, sp17/4/2020 "Localizada no interior do Piauí, a cidade de Floriano nasceu e se desenvolveu sob a influência árabe. A presença dos patrícios deixou uma forte herança, que vai da culinária ao folclore do município".
"Conhecer a cidade de Floriano, a cerca de 250 quilômetros de Teresina, no Piauí, é passar pela história da colonização árabe no Nordeste, das últimas décadas do século 19 à primeira metade do século 20. Neste período, 80 famílias árabes, a maioria síria, chegaram à região, fugidas do domínio do Império Otomano. Lá, ajudaram a formar o município, introduziram hábitos e protagonizaram histórias que são contadas até hoje." "Vivem na capital de Pernambuco hoje cerca de 5 mil palestinos e seus descendentes. Apesar disso, a história dessa comunidade ainda é praticamente desconhecida no país".
"Em busca de trabalho, anualmente, dezenas de senegaleses aportam no Recife. Na cidade se deparam com algumas fronteiras, para além das territoriais: linguísticas, religiosas e culturais. Cultivam a esperança de voltar para casa preparados para oferecer uma vida melhor para suas famílias — o que, algumas vezes, não ocorre. Nesse projeto, é traçado um mapa da presença desses senegaleses no Recife. Sua vida, seu trabalho e seus anseios". Textos: Caíque Batista e Eduarda Esteves Orientação: Adriana Santana (UFPE) Imagens: Eduarda Esteves Design: Vinícios de Brito e Caio Castro Mello RESUMO
O objetivo deste artigo será fornecer uma síntese das conclusões às quais chegaram os autores que se ocuparam da história da Bahia e da imigração italiana neste contexto, procurando integrá-las à bibliografia produzida por pesquisadores europeus e latino-americanos ou por historiadores locais. Limitar-nos-emos ao período compreendido entre 1500 e 1850, a partir das grandes navegações do século XVI, na conjuntura das guerras holandesas e em relação às ordens religiosas no Brasil colonial. No que concerne o tema da colonização agrícola, estreitamente ligado à presença italiana na Bahia, acenaremos brevemente para as primeiras experiências, em paralelo às que foram desenvolvidas por outras nacionalidades estrangeiras. Palavras-chave: Brasil, História, Historiografia, Italianos, Bahia, História emigração e imigração Revista de História, 5-12 (2013), p. 30-46 "Você sabia, por exemplo, que o Passeio Público já foi comparado à Champs-Élysées? E que já tivemos nossa própria Torre Eiffel?"
Ao final da Segunda Guerra Mundial, quatrocentos e cinquenta e oito italianos emigraram para a Bahia em busca de novas oportunidades. O historiador Dr. Guiseppe Benedini, professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), relata como ocorreu a chegada e a distribuição desses imigrantes.
Resumo
Os estudos sobre migração internacional na Paraíba e no Rio Grande do Norte, que contemplam o período da Primeira República (1889-1930), foram negligenciados pela historiografia. Este artigo tem por interesse identificar os debates sobre imigração travados pelos chefes políticos desses dois estados. A ideia consiste em descobrir se houve iniciativa à migração internacional: se essa possibilidade foi cogitada, por que não foi concretizada? Ou se houve ausência de projetos para imigração, por que a decisão de não os promover? Como orientação metodológica foram utilizados os procedimentos da pesquisa documental. A Paraíba mostrou-se favorável à imigração: o objetivo de seus governantes era desenvolver as indústrias. Um artigo de Lei, que estabelecia a autorização para introdução de imigrantes, não se concretizou devido à frágil situação financeira do estado. Já no Rio Grande do Norte, em que pese sua instabilidade econômica, é razoável pensar que o controle absoluto da propriedade da terra foi o responsável pela ausência de projetos para introdução de trabalhadores estrangeiros. Além disso, para os governantes desse estado, era particularmente mais vantajoso que o governo investisse no problema das secas, e não na imigração, concedendo-lhes verbas. Palavras-chave: Migração internacional na Primeira República. Oligarquias. Paraíba e Rio Grande do Norte. TEIXEIRA, Rosane Siqueira. Migrações internacionais na Paraíba e no Rio Grande do Norte, 1889-1930. LUSSI, Carmem (org.) Migrações internacionais. Abordagens de direitos humanos. Brasília: CSEM – Centro Scalabriniano de Estudos Migratórios, 2017, p. 157-173. “Toda a colonização germânica no Brasil é caracterizada pela pequena propriedade e o tamanho da terra pelo proprietário e sua família. Os três Estados sulinos e até o Estado do Espírito Santo muito devem à este sistema, pois foi a base do seu progresso econômico, social e cultural. Nestas colônias o aproveitamento de escravos era severamente proibido. Destas colônias assim distinguidas havia, no entanto, uma exceção, a colônia Leopoldina no extremo Sul da Bahia, a que estava anexa a pequena colônia Frankental. Ambas transformaram-se após os seus proprietários terem tentado um sistema de trabalho e cultura coletivos numa aglomeração de fazendas, isto é em propriedades individuais de plantadores, trabalhadas por escravos africanos”.
OBERACKER JR., Carlos H. A Colônia Leopoldina-Frankental na Bahia Meridional. Uma Colônia européia de plantadores no Brasil. In: Jahrbuch für die Geschichte von Staat, Wirtschaft und Gesellschaft Lateinamerikas, 24. Köln: Böhlau, 1987, p. 455-479. |
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